quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Samba azul





Dessa vez consegui escrever-te com os dedos.
De olhos cerrados.
Fui dormir sem arranjos, sem Miguel, sem arcanjos.
Desejei ouvir a tua voz.
Comer um algodão doce azul.
Voltar a ser menina.
Voltar a ser mulher.
A tua falta compôs uma bossa nova.
Velha, em mim.

Um comentário:

radik disse...

Saudade azul.
Feito algodão doce!
Uma música pra você, quando quiser ouvir. Nessas horas.

Beijos & Beijos