terça-feira, 23 de junho de 2009

2° tempo.

©2009 =AntonellaB

E para jogar futebol, você precisa ter a noção que uma hora ou outra receberá um pontapé. E então você entra no campo mesmo assim. Você corre, sua e apanha. Bastante até. Minha mãe costumava me dizer que não valia à pena. Que eu não precisava torcer tantas vezes o tornozelo, acabar com o menisco e várias, várias fraturas. Mas, agora eu sou a platéia. O campo de futebol, a grama sintética ou não, o barro, o asfalto não me pertecem. E aqui da arquibancada não é muito diferente, tem sempre alguém tentando roubar o seu lugar predileto. The perfect spot.
Quando me decepciono, faço questão de encarar os fatos de olhos abertos, apesar de toda a miopia. Não é qualquer pontapé que me joga no chão. Mesmo que eu possa sentir muita dor.
Um pontapé é nada mais, nada menos do que um pontapé. Então vejo um drama no cinema e desvio a atenção dos meus momentos dolorosos - Porque esse sofrimento ultrapassa as grades, os bandeirinhas e a galera da platéia.
Os mistérios da existência humana ultrapassam você e a mim.
[ E essa minha/ tua força que vem do nada, amiga.]

2 comentários:

Kalye Duranki disse...

alô você!!!!

é, vc aumentou em 8% meu interesse nulo e abaixo de zero por futebol.

mas tuas canelas não aguentam tudo que pensas...

mas vc pensa que aguenta...

e nessa hora eu digo: RONALDO!!!!

Juliana Porto disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk