quarta-feira, 14 de outubro de 2009

1978

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Maria, se porventura necessitar saber o que é real ou não, diga. Tudo. Sem ser ¼ de verdade ou embustes abstratos. Pode falar com a boca cheia. Mas use a língua, Maria, do modo como deve, na ocasião oportuna. Tanto faz o passado. É só perceber que as tuas lamúrias vêm de hoje, teu agora, teus anseios. Se chover nos teus olhos, Maria, guarda só a parte que precisa colocar para "fora". Dentro. Faça um ensaio, isento de remorso, o dote natural do lacônico discurso e cheio de denotações. Retire o intelecto da bolsa por alguns instantes na direção certa. Saiba dar valor aos teus pressentimentos, coloque-os perto do teu batom. E prossiga por si o teu destino. Porque tu tinhas razão. Sou apenas mais um.
Aqui estou a me despedir, Lucas.





7 comentários:

apenas sinto... disse...

Adoro a maneira da qual escreve...
Hoje.. vivendo em cima de meias verdades, tendo em vista, que quase ngm leva em consideração oq eu sinto.

Lua disse...

Oi querida, os selos geralmente as pessoas postam, mas nem sempre.Então fique a vontade, eu repassei porque adoro seu cantinho!

Boa sexta-feira,
beijos!

Lua disse...

Ah e esqueci de falar sobre o texto.

"Se chover nos teus olhos, Maria, guarda só a parte que precisa colocar para "fora". Lindooo!

Beijoss!

apenas sinto... disse...

"Talvez", quem escreveu foi aquela que eu entreguei meu sz e ela n soube o que fazer com ele.. e olha.. to qause optando mesmo.. pelo fone de ouvindo e uma brisa no ibirapuera... =*

Kalye Duranki disse...

maria td bem mas quem eh lucas? rss

hotel california neh? sei sei..rss

bjos!

O Iluminado disse...

Que linda carta de despedida!

Linda mesmo! Parabéns pelo texto!

Abraços!

Iara Rabelo disse...

Nossa.. deu vontade de chorar...