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Quando levantar-te, tente recordar-se de Frida Kahlo. E as diversas cores e lesões que o tempo fora capaz de rabiscar. E assim que deitares ouça-me pelo toque da minha pele e tente recordar de Antonín Dvořák. E de todas as primaveras. Pois as flores também são obras de arte. A sinfonia do novo mundo.Com certeza, escutarás óperas, entre nossos lençóis e pisos de porcelana.
Quando levantar-te, tente recordar-se de Frida Kahlo. E as diversas cores e lesões que o tempo fora capaz de rabiscar. E assim que deitares ouça-me pelo toque da minha pele e tente recordar de Antonín Dvořák. E de todas as primaveras. Pois as flores também são obras de arte. A sinfonia do novo mundo.Com certeza, escutarás óperas, entre nossos lençóis e pisos de porcelana.
5 comentários:
Gostei dos seus escritos e da sua energia, me identifiquei!
Parabéns por este espaço iluminado!
Um abraço da nova seguidora.
Inês.
que coisa mais chique esse post, adorei!! um must! rss
souvenirs hollywoodianos comprados! passagem marcada p 4a! o/
chego ai 5a!
:****
S2
Hmm.. texto conceitual!
Belo! E bem escrito.
"Pois as flores também são obras de arte"
E tua arte também floreia obra.
Beijo pra tua poesia.
E um beijo maior pra você.
Sinto cheiro de flores ao te ler...
Muito bom, Juliana.
Beijo-beijo
Antonín Dvořák, quem é?
O.o
adorei o post do coração aqui embaixo!! ;)
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