terça-feira, 8 de setembro de 2009

Aos psicopatas de duas notas.

Não tenho régua, nem regra para medir meus versos.
Até porque meus dedos não são idênticos
E a minha vida não é igual à tua.
Não quero escrever coisas magistrais.
Quero ouvir vozes notáveis.
Gosto de estórias de quadrinhos e por aí vai.
Prefiro as suposições, as fantasias.
Seja lá o que for.
Olhar para uma criança e me enternecer.
Achar graça de um lápis caindo no chão e morrer de rir.
Aos que só têm duas notas;
Às pessoas mal acabadas, vos agradeço pelo meu escudo.
Aos psicopatas, deixo o que não consigo mais lembrar-me.
E para o ser supremo, peço obrigada por ter conhecido:
Os distantes da perfeição, às vítimas por obrigação e os psicopatas de plantão.
Assim posso olhar para frente.
Leve como a brisa que entra agora pela minha janela.
Nessa manhã linda e ensolarada.
Do tamanho dessa minha paz.



©2005-2009 =spliffy

5 comentários:

Kalye Duranki disse...

que beleza!!
a foto é bem singular kkkkkk
juliana é um novo tipo de pimenta humana rssss

:*****

muito querida [2] ;)

mente inconstante disse...

Nossa, lendo o que vc escreve dá vontade imediatamente de escrever!
Lindo, lindo, lindo!
vc escreve muito bem!
sei q jah disse isso outra vezes...
estou sendo repetitiva, mas eh verdade!

:)

Tatiane Trajano disse...

Que a minha paz seja suficientemente grande para me preencher os espaços.

Beijoss

Iara Rabelo disse...

que nunca tenha duas notas apenas!e que sempre vejamos a luz no fim do fundo e tenha a risada verdadeira de uma criança!

;*

Gabriela M. disse...

hunn. que texto ótimo.
adorei a imagem e o teu banner.

bj bj Juliana
:*