sábado, 17 de janeiro de 2009

Página II



Se acaso me deixares.
Deixe a chave da porta embaixo do tapete
Não tranque a luz que entra pela fenda.
Desenhe as paredes.
Deixe tua assinatura.
Previamente à tua fuga.
Conserva estes versos naquela caixinha de música criada pelos meus pensamentos.
Observa se o gracejo dissipa-se entre nossos contos.
Para repercutir o sorriso inventado.
Amarrado no século anterior.
À tua fuga.
Vá em frente.
Deixe a chave na porta.
Minhas rugas de expressão debaixo do tapete.
E os vários tons que te apresentei no meu olhar
.

Um comentário:

radik disse...

E vestígios de uma emoção, aqui.
Das boas.
Quase deixo a escorrer por entre a face.. gota d'água..
Sabes emocionar a quem quiser.

Eu
me entrego quando te leio
ao teu
se me leio

E gosto!
Muito
dos teus sentimentos

Beijosss