
Era uma vez uma cidade entre o diafragma e meu estômago. No interior da virtude que ataca os órgãos e da experiência abstrata. Ele a tinha de cor. Em alguma rua, entre a musculatura e o espaço intersticial, flutuando pelas minhas artérias femorais ao passo que meu coração pára - batimento indelicado e caprichoso que assevera a tua constância por algumas horas a mais, por tempo indeterminado.
Algumas circunstâncias apoderam-se da nossa essência; como se existisse em nós, inesperadamente, vários olhos, muitos paladares, inúmeros corações.De um sabor extraordinário e azedo que compara finalmente , algumas peles, e regiões. Norte , Sul, Nordeste e Sudeste. Reflexo de mim, na minha falsa herança. Algo que não deveria tomar conta do meu peito, mas agora...
Algumas circunstâncias apoderam-se da nossa essência; como se existisse em nós, inesperadamente, vários olhos, muitos paladares, inúmeros corações.De um sabor extraordinário e azedo que compara finalmente , algumas peles, e regiões. Norte , Sul, Nordeste e Sudeste. Reflexo de mim, na minha falsa herança. Algo que não deveria tomar conta do meu peito, mas agora...
Um comentário:
Mais um daqueles.
Dos lindos.
Dos mais bem escritos.
Palavras pra escutar, de algum canto do mundo que não ultrapassasse os limites territoriais dos teus lábios.
Amo ler-te!
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