
Ah, Maria!
Ordeno-te lentamente que não preciso de réplicas.
Sussurro-oriente de um sol repleto de interrogações.
Ordeno-te lentamente que não preciso de réplicas.
Sussurro-oriente de um sol repleto de interrogações.
Onde brota uma corrente de luz.
Eu recuso-te, Maria.
É possível que eu te diga em voz baixa...
Que já não lembro mais de ti.
Por causa dos kilômetros espinhosos que tive que andar.
Eu recuso-te, Maria.
É possível que eu te diga em voz baixa...
Que já não lembro mais de ti.
Por causa dos kilômetros espinhosos que tive que andar.
Longa jornada interior em busca de ti.
Porém, se meu rezar súbito;
Chegar às tuas preces...
Verás que estou dividido em partes.
Metade a caminho do sol e a outra perdida na correnteza vazia.
Porém, se meu rezar súbito;
Chegar às tuas preces...
Verás que estou dividido em partes.
Metade a caminho do sol e a outra perdida na correnteza vazia.
Rumo à pequena embarcação acostada no brilho do teu olhar.
À procura de outra estrela.
Ou outra quinta nota da escala natural.
À procura de outra estrela.
Ou outra quinta nota da escala natural.
Nascerás um novo céu...
Não mais azul, mas da cor dos olhos teus.
Ou da cor dos teus lábios...
Vermelhos.
Vestígio da tua música em mim.
Pois é, Maria.
Um comentário:
Que carta linda.
Linda mesmo..
Cheio de emoções em cada gota de palavra.
Saudade de te ler.
=)
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