
O vazio ocupava a área inteira de uma vila.
Ainda assim, a Cidade de Deus havia decidido fazer morada no meu peito.
As pessoas, a comunidade, os prédios, a associação dos moradores...
Pra ser sincera, a sua metragem era desconfiável.
Porém não havia mais espaço na minha mente para desconfianças.
Não essas.
10,9,8,7,6,5,4,3,2,1...
(!)
Toda a energia dos fogos de artifício dentro dos meus cálculos.
Ilustradas no olhar de cada criança.
Estudantes, filhos de traficantes, heróis do semáforo, malabaristas...
-Vou fingir que essa noite não tem hora para acabar-
3 comentários:
Eu também vou fingir que a noite é eterna, pretendo escrever e escrever e escrever....
:*****
As metáforas, as estórias...
Ah que delícia passar por aqui.
Que haja mais cem destas tuas palavras até que virem a folha do calendário anual.
E quando virarem, que se atrapalhem com mais um turbilhão de idéia, pensamentos e sentimentos dessa maravilhosa mente, e bondoso coração.
Pra essa noite sem hora pra acabar, um beijo carinhoso cheio de admiração.
muito legal. :]
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