
O brilho fresco.
Ilumina a imaginação.
Testando algumas tintas...
No retrato branco e preto.
Corrigindo utopias.
Apago o pesar.
Arranjo uma paisagem qualquer.
Nasce um terror falso.
Rubor do que não enxergam em mim.
Escolho a tinta vermelha.
Não entendo.
Essa cor não é minha.
Ilumina a imaginação.
Testando algumas tintas...
No retrato branco e preto.
Corrigindo utopias.
Apago o pesar.
Arranjo uma paisagem qualquer.
Nasce um terror falso.
Rubor do que não enxergam em mim.
Escolho a tinta vermelha.
Não entendo.
Essa cor não é minha.
2 comentários:
raves são idiotas...
meus desenhos são idiotas...
e essa poesia??
hehe =P
oi eu sou o Alex, rapaz que conversou com vc na van hoje, dia 05/12/2008, quero deixar meus cumrimentos para esta poesia, pois me lembra a grande escritora Clarisse Lispector, parabéns realmente vc escreve muito bem.
caso queira retomar o contato comigo , pode me adicionar no msn.. alexneres_86@hotmail.com
Aguardo seu contato
bjs
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