
Capítulo da novela.
Prefácio do destino.
O fio de nylon que cicatriza o tempo que passou e ...
Alastra o manual dos teus sinais.
Eu ensaiei o caos exatamente no espaço de 30 dias;
Entre caras e algumas metades.
Destrói lares.
[Um estado de tensão]
Mais adiante
[...]
Um dedo indicador pregado no retrato misterioso onde a imagem é um poema nutrido de enredos, enredos, enredos...
Menina das rimas, dos versos, dos olhos.
Um samba?
As tuas páginas estimulam todos os entrechos suturados.
O que se lê (dela) é sacrilégio.
Conduza a dama, se acaso no “presente” quiser.
Presente meu, palavra em forma de músculo, vício que "brilhou na pátria neste instante".
Subiu na macieira do meu jardim, mordeu a fruta do pecado e fez espalhar a cultura: "Às margens plácidas".
[Rapariga desamparada apaga o cenário]
- Fecha as cortinas, moça! ( Ela grita )
Imprópria é a réplica, fazendo massagem no rodapé das páginas.
Passando a língua sobre o papel.
Tocando de leve, a prosa...
As pontuações também vestem Prada.
Vê se ela está na esquina!
A união das arestas nos becos escuros.
Uma ferida, desmaio.
O ponto G teatral.
Mais versos, ilustrados.
Rendo-me.
"Desafia o nosso peito a própria morte".
Protagonista. Uma contadora de estórias.
Sem querer, a tua íris me fez personagem.
Através das tuas pupilas, viro uma biografia, drama predileto.
A mulher , afirmo, faz parte desta coleção.
Que abre as cortinas com um piscar de olhos (dela).
Cai.
Estonteante, ela acende a luz do palco nobre.
Endireita os cabelos para o próximo espetáculo.
[Um estado de tensão]
Mais adiante
[...]
Um dedo indicador pregado no retrato misterioso onde a imagem é um poema nutrido de enredos, enredos, enredos...
Menina das rimas, dos versos, dos olhos.
Um samba?
As tuas páginas estimulam todos os entrechos suturados.
O que se lê (dela) é sacrilégio.
Conduza a dama, se acaso no “presente” quiser.
Presente meu, palavra em forma de músculo, vício que "brilhou na pátria neste instante".
Subiu na macieira do meu jardim, mordeu a fruta do pecado e fez espalhar a cultura: "Às margens plácidas".
[Rapariga desamparada apaga o cenário]
- Fecha as cortinas, moça! ( Ela grita )
Imprópria é a réplica, fazendo massagem no rodapé das páginas.
Passando a língua sobre o papel.
Tocando de leve, a prosa...
As pontuações também vestem Prada.
Vê se ela está na esquina!
A união das arestas nos becos escuros.
Uma ferida, desmaio.
O ponto G teatral.
Mais versos, ilustrados.
Rendo-me.
"Desafia o nosso peito a própria morte".
Protagonista. Uma contadora de estórias.
Sem querer, a tua íris me fez personagem.
Através das tuas pupilas, viro uma biografia, drama predileto.
A mulher , afirmo, faz parte desta coleção.
Que abre as cortinas com um piscar de olhos (dela).
Cai.
Estonteante, ela acende a luz do palco nobre.
Endireita os cabelos para o próximo espetáculo.
E...
"O teu futuro espelha essa grandeza".
"O teu futuro espelha essa grandeza".
3 comentários:
Você mistura palavras, fantasias e cenários como ninguém. Me sinto platéia diante de poema teu.
No fim só resta uma coisa pra eu fazer: aplausos. Aplausos. Incansáveis pra você! Agora. E pra todos os verbetes dessa poetisa.
Beijos!
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