quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Esquecido


Sangue, suco, olha os meus punhos!Um sulco! Olha esta fratura exposta. Examina meus músculos esvaziados de ti. Ainda assim, preciso escrever. Preciso sair, pra beber. Coloco uma roupa de festa e vamos ao ar. Eu, a lua, meus cabelos vermelhos e tua sombra. A força da minha ironia é equivalente ao teu mísero ser. Com um coração que pesa menos de dois gramas. Com um caráter menor do que dez centímetros. Alguns quilos da ausência do teu corpo. Em mim...

Um comentário:

Kalye Duranki-Amon disse...

A presença da ausência..um dia se torna presença de si mesmo.
tempo..

:*****